Hábitos alimentares na gestação: o que a grávida pode ou não comer

Com o resultado positivo em mãos é hora de iniciar o pré-natal e tomar algumas providências, principalmente relacionadas a alimentação. São pequenos ajustes nos hábitos e alguns cuidados extras que serão importantes para manter a sua saúde e a do bebê protegidas. Aqui separamos as principais dúvidas que as futuras mães costumam ter. Confira:

Adoçante : o adoçante é indicado a princípio para gestantes com diabetes, obesidade ou ganho de peso gestacional excessivo. Os adoçantes mais recomendáveis para gestantes são o xilitol ou eritritol, pois são naturais, mas é permitido utilizar, por exemplo  sucralose, estévia ou aspartame. Vale ressaltar que o xilitol ou eritritol podem causar gases ou desconforto abdominal. É preciso atenção quanto a estes sintomas. Adoçantes com sacarina e ciclamato não são recomendáveis, pois atravessam a placenta e não se sabe quais os efeitos para a saúde do bebê. Ideal mesmo seria evitar bebidas com sabor doce tanto quanto possível ou reduzir a quantidade de açúcar. Demerara ou mascavo não apresentam nenhuma vantagem.

Peixe cru, carpaccio e carnes mal passadas: alimentos crus são totalmente desaconselháveis por serem veículos potenciais de contaminações. Este critério também vale para vegetais crus. Saladas de folhas só devem ser consumidas em casa, onde espera-se que haja um cuidado extremo com a higienização. Lavar folha a folha e deixar os vegetais numa solução de hipoclorito são medidas indispensáveis à segurança da gestante. A toxoplasmose pode ser transmitida através de vegetais mal lavados.

Carne de porco: não existe nenhuma restrição à carne de porco. Esta deve ser sempre bem cozida, de boa procedência e de preferência deve ser um corte magro como o lombo. Evitar embutidos como lingüiça é importante, pois estes alimentos contêm grande quantidade de gordura saturada e sódio.

Frutos do mar: também não existe restrição a princípio. Os critérios são os mesmos: evitar alimentos crus ou mal cozidos e fugir de riscos de contaminação desnecessários (ex: aquele espetinho de camarão na praia). Como estes alimentos costumam causar alergias para algumas pessoas, se você já teve alguma experiência neste sentido não se arrisque.

Café e chás: estes alimentos são irritantes da mucosa do estômago, portanto é melhor observar o efeito deles em seu dia-a-dia, especialmente no final da gestação. Mas não há problema em consumir moderadamente estas bebidas.

Refrigerantes, sucos diet e light: bebidas dietéticas devem ser consumidas por pessoas com restrições de açúcares. É fundamental observar quais os adoçantes contidos no produto e evitar bebidas com sacarina e ciclamato. Os sucos naturais são as opções mais indicadas, de preferência sem açúcar. Para quem tem problemas com excesso de peso ou diabetes é fundamental escolher sucos com menor índice glicêmico: morango, maracujá, acerola, limão ou frutas vermelhas – sem açúcar –  e evitar tanto quanto possível sucos de manga, laranja, uva, melancia e abacaxi pois apresentam elevado índice glicêmico.

Bebidas alcoólicas: são totalmente proibidas na gestação. Tomar um gole de champanhe em um casamento não pode ser considerado problema, mas o consumo, mesmo esporádico, deve ser abolido neste período. Tomar cerveja preta para aumentar o leite, é um dos mitos mais tradicionais entre as gestantes.

Alimentos nota 10: laticínios (no mínimo 3 porções por dia – fonte de cálcio), Carnes magras (fontes de ferro e proteínas), ovos (fontes de vitaminas A e D, proteínas de alto valor biológico e colina) azeite de oliva (inclusive para cozinhar), frutas cítricas inteiras (a vitamina C não faz depósito no corpo e deve ser consumida diariamente). Preferir sempre alimentos in natura e evitar os muito processados é a principal estratégia para uma gestação sadia. E tomar muita água!!!

Alimentos que podem provocar azia na grávida: a azia é um dos desconfortos mais comuns na gestação. Acontece geralmente no último trimestre e é decorrente da ação da progesterona, que torna o esfíncter esofágico mais relaxado, permitindo o refluxo do conteúdo ácido do estômago. É importante evitar os irritantes da mucosa do estômago como café preto em jejum, chá mate, chá preto, alimentos muito doces ou muito salgados, frituras e condimentos fortes como a pimenta. É fundamental evitar porções grandes nas refeições, visto que a capacidade do estômago está reduzida. Comer a cada três horas e em pequenas quantidades auxilia o controle destes sintomas.

Alimentos que podem causar constipação na grávida: O trânsito intestinal costuma ficar mais lento na gestação. Para reduzir o desconforto é necessário evitar carboidratos refinados (arroz branco, bolachas, pães brancos). Aumentar a quantidade fibras (chia, linhaça, frutas, feijões, vegetais em geral), incluir iogurtes com probióticos e principalmente tomar no mínimo 2 litros de água por dia são estratégias que costumam resolver o problema.

Renata Giudice de Oliveira Lewis é nutricionista formada pela USP, com especialização em Nutrição Clínica Preventiva .

Sucos Naturais: Ótimos aliados na saúde do seu filho!

21/12: SUCOS NATURAIS: ÓTIMOS ALIADOS NA SAÚDE DO SEU FILHO
Saborosos e extremamente benéficos aos adultos e crianças, os sucos naturais, assim como as frutas, são aliados importantes na saúde do seu filho. Porém, o consumo desse grupo de alimentos é, muitas vezes, menor do que o recomendado, principalmente devido ao aumento do comércio de alimentos industrializados, ricos em gordura, sal e açúcar, e pobres em micro-nutrientes.
É recomendável que os pais tenham o cuidado de, sempre que possível, oferecer sucos naturais às crianças, ao invés de refrigerantes ou sucos artificiais. Eles se caracterizam pela natureza geralmente polposa, aroma próprio, são ricas em açúcares solúveis e de sabor doce, podendo ser ingeridas sem a necessidade de preparo culinário.
Os sucos são boas fontes de fibras alimentares, principalmente se não forem coados ou peneirados. A utilização integral dos componentes das frutas pode garantir o acesso a minerais, vitaminas e fibras, vitais para o desenvolvimento saudável do seu filho.
Há ainda a opção de preparar sucos naturais que misturam frutas com legumes ou verduras. Eles são responsáveis pelo aumento das defesas do organismo. Outra medida importante é a ingestão de sucos 30 minutos antes das refeições. Além disso, é importante que os sucos naturais sejam consumidos em, no máximo, 30 minutos depois de serem preparados, para que não percam suas propriedades nutritivas.
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Ele quer Chocolate, e agora?

Seu filho dificilmente resiste a um chocolate? Ele pode ser pequeno, mas não é bobo, pois nós adultos também adoramos essa guloseima. Chocolate é muito bom, mas em exagero, não.
O chocolate é nutritivo e energético, contendo nutrientes como cálcio (bom para ossos e dentes) e fosfato, proteínas e outros minerais (indispensáveis ao crescimento), além dos fenóis e flavonoides, substâncias naturais que reduzem o colesterol e, portanto, o risco de doenças cardiovasculares e arteriosclerose.
E se consumido em quantidades exageradas, a criança pode se intoxicar causando diarreias, náuseas e vômitos. Nesse caso, suspender o chocolate até que os sintomas desapareçam e hidratar a criança com líquidos em abundância são os melhores remédios.
Normalmente, alguns tipos de chocolates contêm estimulantes como a cafeína que, em excesso, podem deixar seu filho mais agitado na hora de dormir, principalmente se for uma criança hiperativa. Esses estimulantes podem reduzir o apetite, sendo melhor o consumo depois das principais refeições.
Mas lembrem-se mamãe e papai: é importante a realização de refeições contendo todos os grupos de alimentos, e chocolate para o seu filho só como sobremesa de vez em quando ou para reforçar o lanche da manhã ou da tarde.
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A alimentação influencia no desempenho escolar?

Como todas as mamães e papais já devem saber, a alimentação afeta o desempenho escolar das crianças e dos adolescentes. Afinal: “saco vazio não para em pé”. Mas de que forma a nutrição afeta a concentração e o desempenho dos nossos pequenos? Entenda como as formas de alimentação impactam o desempenho escolar. E antes de falar da nutrição em si, devemos lembrar que crianças e adolescentes estão ainda com o corpo em formação.

Pesquisas recentes descobriram que o cérebro termina sua formação apenas por volta dos 21 anos de idade, ou seja, qualquer contusão nessa área ou deficiência de nutrientes até esta idade pode afetar a forma como raciocinamos de maneira extrema. Em particular, o cérebro consome muita energia. Na verdade, em algumas atividades nosso cérebro chega a gerar energia suficiente para acender uma lâmpada de 25w.

Contudo, o cérebro precisa de muita energia para funcionar e precisa de bastante água para manter sua temperatura normal, oxigená-lo e manter as membranas dos neurônios intactas, o que assegura uma melhor transmissão de informação entre uma célula e outra.

A água torna-se especialmente importante para crianças porque o cérebro delas tende ao superaquecimento mais rapidamente do que o dos adultos. Depois de entender um pouco do funcionamento do nosso cérebro e do nosso corpo em geral, podemos perceber as formas mais básicas de como a alimentação afeta o desempenho escolar.

Para iniciar vamos falar sobre a quantidade. Este é o tópico mais básico. É necessária uma quantidade mínima de calorias para que o corpo funcione de forma satisfatória. A atividade cerebral, como vimos, demanda muita energia, portanto, calorias.

No caso de adolescentes e, especialmente em crianças, isso é ainda mais significativo porque o metabolismo deles é bem mais rápido do que o de adultos. Uma quantidade deficiente de calorias leva à sonolência, falta de concentração, dor de cabeça e outros problemas de saúde que tornam difícil o aprendizado.

Mas não é apenas qualquer caloria que devemos comer, a qualidade do alimento é importantíssima. A quantidade certa de calorias é o primeiro passo, mas o corpo precisa de uma rotina alimentar balanceada com vitaminas, minerais, proteínas, gorduras e bons carboidratos para assegurar a integridade física dos órgãos e níveis de energia satisfatórios.
Por exemplo, uma alimentação rica em açúcar causa sonolência e fadiga. A falta de frutas e verduras no cardápio dificulta as sinapses porque o cérebro precisa de potássio e outros nutrientes para funcionar bem.

Um estudo realizado na Inglaterra, com 14.000 crianças, demonstrou que aquelas que consomem muitas vezes os chamados fast foods tem 10% mais chances de reprovar o ano letivo. Além da falta de nutrientes, os fast foods alteram o padrão do sono, algo essencial para fixar o aprendizado. Como visto acima, água é essencial para o aprendizado, mas muitas crianças e adolescentes acabam consumindo bebidas açucaradas para saciar a sede, quando na verdade estão apenas driblando a sede e mantendo a desidratação, pois já foi demonstrado que durante uma manhã de estudo, uma criança que não bebe água ou bebe apenas um copo de água tem o seu desempenho cognitivo reduzido em 10% do original por conta da desidratação.

Para concluir nossa conversa de hoje, a nutri aqui separou uma dica importantíssima: nutrição é algo importante em todas as idades, mas quando consideramos uma atividade cognitiva tão complexa como o aprendizado e um corpo ainda em formação, a nutrição torna-se algo ainda mais relevante. Portanto, para “consumir” os livros, é necessário consumir alimentos adequados para o corpo e a mente.

Fonte: Site Guia do Bebê.

Primeiro curso para gestantes da Bicho Papão

O primeiro curso para gestantes da Bicho Papão foi um grande sucesso, os papais e mamães se reuniram em uma tarde gostosa e cheia de aprendizado, onde puderam entender um pouquinho sobre os principais cuidados com a chegada do bebê na família, através da experiência dos profissionais.
Confira os detalhes desse dia especial no canal da Baby Planner Vanessa Morelli, parceira da Bicho Papão na realização desse projeto:

 

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